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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Síntese: Bandeiras, Pecuária, Missões e Economia Mineradora na América Portuguesa


Brasil Colônia: a expansão territorial (séculos XVII e XVIII)

O bandeirantísmo: os caminhos do sertão

A origem do bandeirantismo paulista

• Causa básica: o desenraizamento ocasionado pela pobreza da população vicentina.

• Causas imediatas: o aprisionamento de escravos índios e a procura de ouro e pedras preciosas.

Ciclo das bandeiras de caça ao índio (s 1610-1650)

•O crescimento da agricultura na capitania de São Vicente e, secundariamente, a redução do fornecimento de escravos negros a certas regiões do Nordeste, levou os paulistas a organizarem bandeiras que atacaram as missões jesuíticas nos atuais Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul, aprisionando dezenas de milhares de índios.

Ciclo das bandeiras de busca ao ouro (= 1650-1720)

•Restabelecido o fornecimento de escravos negros ao Nordeste, os bandeirantes passaram a procurar ouro e pedras preciosas.

 • Entre 1693 e 1725 são descobertas as jazidas de ouro e diamantes nos atuais territórios de Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás.

Consequências do bandeirantismo

•Incorporação à colonização de grande parte das atuais Regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste.

 

Brasil Colônia: a expansão territorial (séculos XVII e XVIII)

A expansão pecuarista

A expansão da pecuária sulina

• Quando os bandeirantes destruíram as missões jesuíticas do Sul, o gado dessas missões ficou disperso pela região.

• A partir de meados do século XVII, a região foi povoada por colonos, atraídos pela existência de gado e pastagens.

•Inicialmente, a exploração da pecuária sulina limitou-se à exportação de couro para a Europa.

•Com a descoberta de ouro em Minas, os criadores gaúchos passaram a vender mulas, couro e charque para os mineradores.

•Por meio dessa atividade criatória, a maior parte da atual Região Sul foi ocupada e incorporada ao Brasil.

A expansão da pecuária nordestina

•O gado foi introduzido pelos portugueses no litoral do Nordeste, como atividade complementar da produção açucareira.

•O crescimento dos rebanhos, gerando a necessidade de novas pastagens, levou o gado a avançar para o interior.

•Esse avanço, feito ao longo dos séculos XVII  e XVIII, teve como resultado a ocupação de grande parte do sertão nordestino.

• A partir do fim do século XVIII, a pecuária sertaneja, que já era pobre, entrou numa longa fase de declínio, com várias regiões criatórias regredindo a uma economia de subsistência.

 

Brasil Colônia: a expansão territorial (séculos XVII e XVIII)

A expansão oficial

  Na Amazônia e no Maranhão, a ocupação foi feita com a participação direta do governo português, sendo que a partir de 1621 os territórios do norte foram separados do Brasil, formando o Estado do Maranhão.

• Na Amazônia, expedições oficiais reconheceram a região através dos rios, montando-se depois um sistema de coleta de drogas do sertão.

•No Maranhão, durante a segunda metade do século XVIII, uma companhia estatal introduziu o cultivo de algodão.

•No extremo sul, Portugal fundou, em 1680, a Colônia do Sacramento, visando penetrar no rio da Prata.

•Ao se iniciar o segundo quartel do século XVIII, os vários movimentos de penetração para o interior haviam levado os portugueses a ocupar praticamente todo o território pertencente hoje ao Brasil, ultrapassando, e muito, o antigo limite do Tratado de Tordesilhas.

• Iniciaram-se então os contatos diplomáticos entre Portugal e Espanha, para estabelecer os limites entre suas colônias na América do Sul.

 • Foram assinados vários tratados, sendo o Tratado de Madri (1750) o mais importante.

•Esses tratados deram ao Brasil praticamente as fronteiras que possui hoje.




 
Expansão no Norte / Drogas do sertão
•Na Amazônia e no Maranhão, a ocupação foi feita com a participação direta do governo português, sendo que a partir de 1621 os territórios do norte foram separados do Brasil, formando o Estado do Maranhão.
•Na Amazônia, expedições oficiais reconheceram a região através dos rios, montando-se depois um sistema de coleta de drogas do sertão.
•No Maranhão, durante a segunda metade do século XVIII, uma companhia estatal introduziu o cultivo de algodão.
•No extremo sul, Portugal fundou, em 1680, a Colônia do Sacramento, visando penetrar no rio da Prata.
•Ao se iniciar o segundo quartel do século XVIII, os vários movimentos de penetração para o interior haviam levado os portugueses a ocupar praticamente todo o território pertencente hoje ao Brasil, ultrapassando, e muito, o antigo limite do Tratado de Tordesilhas.
•Iniciaram-se então os contatos diplomáticos entre Portugal e Espanha, para estabelecer os limites entre suas colônias na América do Sul.




Brasil Colônia: a economia mineradora (século XVIII)

O ouro de aluvião

• As jazidas brasileiras eram superficiais, de fácil exploração.

• Por isso, sua exploração não exigia capital elevado nem mão-de-obra e equipamentos especializados.

• Desse modo, praticamente qualquer pessoa podia se dedicar à mineração, o que gerou grande número de pequenos proprietários.

• Em consequência, a atividade mineradora apresentou, em comparação com a economia açucareira, uma melhor distribuição de renda e uma maior mobilidade social.

A atividade mineradora

• A exploração de ouro cresceu rapidamente até meados do século XVIII, caindo daí em diante até quase desaparecer no fim do século.

• Havia dois tipos de exploração: faiscações (pequenas unidades) e lavras (unidades de maior tamanho).

•Houve também a exploração de diamantes, feita sob severa fiscalização da Coroa, no Distrito Diamantino.

A administração da atividade mineradora

•Durante o século XVIII houve um processo de centralização e fortalecimento do sistema político-administrativo no Brasil.

•Tal processo ficou mais evidente nas capitanias produtoras de ouro (Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás).

•Para administrar a atividade mineradora, foi criada em cada uma dessas capitanias a Intendência das Minas de Ouro, encarregada de supervisionar todos os assuntos ligados à mineração.

•A ineficiência das intendências levou-as a usar métodos violentos, gerando a revolta da população mineradora.

•Dos impostos cobrados, o mais importante foi o quinto.

 

Brasil Colônia: a economia mineradora (século XVIII)

As consequências da mineração

• A atividade mineradora teve importantes consequências de caráter econômico, sociocultural e político.

•Entre as mais significativas destacam-se:

1. O rápido crescimento da população (1.000% em um século).

2. O alargamento da faixa de trabalho livre.

3. O declínio relativo da escravidão (cresce o número absoluto de escravos, mas diminui a porcentagem dos mesmos em relação à população total).

4. Crescimento do mercado consumidor interno.

5.Transferência do eixo econômico da colônia do Nordeste para o Sudeste.

6. Crescimento do comércio interno.

7. Aumento da mobilidade social, crescimento da camada média e formação de uma sociedade de caráter mais urbano.

8. Centralização administrativa e reforço da autoridade metropolitana.

9. Choque de interesses entre a metrópole e a população colonial, criando condições para o início do processo de independência.

10. Intensificação das manifestações culturais.

 * A mais importante consequência externa da mineração foi o acúmulo do ouro brasileiro na Inglaterra, o que contribuiu para o início da revolução Industrial inglesa. No final do século XVIII, o esgotamento das jazidas provocou a decadência da mineração, sendo a economia de Minas Gerais redirecionada para o abastecimento de gêneros agrícolas para a região do Rio de Janeiro.

Colonização da América Portuguesa: contexto histórico, período pré-colonial e administração colonial


I . A função econômica da colônia

                O contexto histórico no qual o Brasil foi descoberto influenciou os rumos de sua colonização. Na segunda metade do século 16, começaram a ficar mais evidentes os interesses e objetivos de Portugal nas terras brasileiras.           Naquela época, as relações econômicas que vigoravam entre as nações européias baseavam-se no mercantilismo, cuja base era o fomento do comércio internacional e a adoção de políticas econômicas protecionistas.          Cada nação procurava produzir e vender para o mercado consumidor internacional uma maior quantidade de produtos manufaturados, impondo pesadas taxas de impostos aos produtos importados. Asseguravam, desse modo, a manutenção de uma balança comercial favorável. 

                As nações que possuíam colônias de exploração levavam maiores vantagens no comércio internacional. A principal função dessas colônias era fornecer matérias-primas e riquezas minerais para as nações colonizadoras - ou seja, para as metrópoles. Ao mesmo tempo, serviam de mercado consumidor para seus produtos manufaturados. Havia uma imposição de exclusividade, ou monopólio, do comércio da colônia para com a metrópole, que foi chamada de pacto colonial.       

O pacto colonial pode ser entendido como uma relação de dependência econômica que beneficiava as metrópoles. Ao participarem do comércio como fornecedoras de produtos primários (baratos) e consumidoras dos produtos manufaturados (caros), as colônias dinamizavam as economias das metrópoles propiciando-lhes o acúmulo de riquezas.

 

II . Período pré-colonial (1500/1530) → desinteresse português pela ocupação efetiva do Brasil /// extração do pau-brasil /// trabalho dos indígenas através do escambo  ///  expedições guarda-costas  devido a presença constante de piratas e corsários

 

III . Administração Colonial

                Com o objetivo de tomar posse, explorar e defender o território brasileiro, Portugal deu início, no século XVI, à montagem da estrutura administrativa colonial. Primeiramente, dividiu o país em capitanias hereditárias; mais tarde, aprimorou o sistema, criando o governo geral.

                Capitanias Hereditárias = sem recursos financeiros nem humanos para empreender uma ocupação em grandes escala na colônia, o rei português decidiu, em 1534, dividir o território brasileiro em 15 faixas de terra / o direito de administrá-las, vitalício e hereditário, era concedido aos donatários – nobres que se comprometiam a arcar com os gastos internos / documentos: Carta de Doação e Foral – direitos e deveres do donatário e da Coroa / projeto = fracasso – isolamento, ataques indígenas, falta de investimentos / apenas duas prosperaram = Pernambuco e São Vicente

                Governo Geral = com o fracasso das capitanias e as investidas estrangeiras, o rei português criou no Brasil o governo geral com sede na Bahia e capital em Salvador / o governador-geral deveria ordenar a defesa, a cobrança de impostos e incentivar a economia / as capitanias continuaram existindo /

                Câmaras Municipais = órgão mais importante da administração colonial ate séc. XVII / poder local / sede nas vilas / formada por “homens bons” / ação: problemas políticos, administrativos, fiscais, judiciais e militares / razões desse poder local: imensidão do território e falta de comunicação fizeram com que câmaras ganhassem força e autonomia.

                União Ibérica = Portugal ficou sob domínio espanhol por 60 anos (1580-1640) / os holandeses proibidos pelos espanhóis de realizar o comércio e transporte do açúcar brasileiro, invadiram e ocuparam o nordeste brasileiro / MAURICIO DE NASSAU

                DIVISÃO (1572-1578) colônia dividida em 2 governos – Norte Capital Salvador e Sul Capital Rio de Janeiro

1578 – reunificação

1621 – nova divisão – Estado do Maranhão (S. Luis, Belém) e Estado do Brasil (Salvador)

1774 – Marques de Pombal restabelece unidade administrativa.

Dominio holandês no nordeste do Brasil durante o período colonial


Historia do Brasil – Holandeses no nordeste brasileiro do período colonial

 

I . Causas das invasões holandesas

- A queda de Portugal sob o domínio da Espanha / União Ibérica (1580-1640).

- A guerra de independência da Holanda do domínio  Espanhol,  levou a Espanha a decretar o embargo açucareiro, ou seja, a proibição da comercialização do açúcar brasileiro pelos holandeses.

 

II .   A primeira invasão holandesa (1624-1625) = visando recuperar o controle do comércio do açúcar, a Companhia das índias Ocidentais (WIC) atacou a Bahia, em 1624, a resistência expulsou os holandeses, em 1625. Apesar do fracasso militar, a Companhia obteve grandes lucros, principalmente pela captura, em 1627, de uma frota que transportava ouro e prata da América para a Espanha.

 

III . A segunda invasão holandesa (1630-1654)

- Fase inicial de conquista rápida, na qual os holandeses ocupam Pernambuco (s 1630-1635) /// apoio: marginalizados + ajuda de CALABAR ( seria um traidor ao auxiliar os holandeses? ) /// Senhores de Engenho com medo de perder suas propriedades = Aliança com invasores oferecem: empréstimos, liberdade de culto, impostos reduzidos.

- Fase de acomodação, na qual invasores e invadidos se acomodam, e o domínio holandês se estende até o Maranhão (1635-1645) /// Pernambuco = maior centro produtor açúcar da colônia /// holandeses contavam com grande frota marítima e dominam o litoral.

 

IV . Administração Mauricio de Nassau (1637/1643)

-  bom relacionamento com colonos = serie de medidas benéficas

-  presença de judeus

- urbanização de Recife / grande desenvolvimento cultural

- WIC = déficits (dívidas não são saldadas / aumento juros)

- desavenças entre católicos e protestantes.

- Portugal (fim da União Ibérica / 1640) : assinou trégua com Holanda de 10 anos.

- NASSAU dispensado: desentendimento com WIC

 

V . Fase de declínio do domínio holandês:

- a Insurreição pernambucana e os ataques portugueses levam os holandeses à rendição final (1645-1654) /// senhores de engenho = insatisfeitos = movimento para expulsão dos holandeses = vários combates.

- cobrança das dívidas pela WIC = terras dos colonos são confiscadas

- Inglaterra e Portugal auxiliam colonos em guerra contra Holanda (diminui recursos em Pernambuco)

- 1654 = rendição dos holandeses

 

VI . Consequências das invasões

- Declínio da produção açucareira (concorrência antilhana).

- Início do afastamento entre a classe dominante colonial e a metrópole.

- Aumento  da influência inglesa sob Portugal e suas colônias.

 

Economia açucareira na América Portuguesa e a escravidão africana


A economia açucareira

Portugal procurou criar as condições para o Brasil se enquadrar no pacto colonial. Os portugueses concentraram seus esforços para a colônia se transformar num grande produtor de açúcar de modo a abastecer a demanda do mercado internacional e beneficiar-se dos lucros de sua comercialização. Além da crescente demanda consumidora por esse produto, havia mais dois fatores importantes que estimularam o investimento na produção açucareira. Primeiro, os portugueses possuíam experiência e tinham sido bem-sucedidos no cultivo da cana-de-açúcar em suas possessões no Atlântico: nas ilhas Madeira, Açores e Cabo Verde. Segundo, as condições do clima e do solo do nosso litoral nordestino eram propícias a esse plantio. Em 1542, o donatário da próspera capitania de Pernambuco, Duarte Coelho, já havia introduzido a cana-de-açúcar em suas terras.

- O plantio da cana-de-açúcar foi realizado em grandes propriedades rurais denominadas de latifúndio monocultor escravista: plantation. Essas propriedades também ficaram conhecidas como engenhos, porque, além das plantações, abrigavam as instalações apropriadas e os equipamentos necessários para o refino do açúcar: a moenda, a caldeira e a casa de purgar.               Portugal decidiu iniciar a colonização do Brasil devido a situação de crise que afetava sua economia, provocada principalmente pelo declínio do comércio com as Índias. Não obstante, nos moldes como foi planejada pela Coroa portuguesa, a colonização do Brasil exigia enormes recursos econômicos que seriam empregados na montagem dos engenhos, na compra de escravos, de ferramentas e de mudas de cana-de-açúcar para iniciar a produção. Havia ainda a necessidade de transporte do produto e, por fim, sua distribuição no mercado internacional.

-Para solucionar o problema do financiamento da montagem da produção açucareira, Portugal recorreu aos mercadores e banqueiros holandeses. Por meio de inúmeros mecanismos de cobrança de impostos, os lucros obtidos com a comercialização do açúcar eram rateados. A maior parcela dos lucros obtidos ficava com os negociantes holandeses que haviam investido na produção e distribuição do produto. Portugal ficava com a menor parcela dos lucros, mas em contrapartida assegurava a posse e a colonização do Brasil, além da imposição do pacto colonial.

-O ciclo do açúcar no Brasil colonial se estendeu até a segunda metade do século 17. A partir de então, a exportação do produto entrou em declínio devido à concorrência do açúcar produzido nas Antilhas. Ironicamente, eram negociantes holandeses que também financiavam e comercializavam a produção antilhana. Restava a Portugal encontrar outras formas de exploração das riquezas coloniais. No século 18, a exploração de ouro e diamantes daria início a um novo ciclo econômico.

-  A sociedade açucareira  Os engenhos eram as unidades básicas de produção das riquezas da colônia. Mais do qualquer outro local, o engenho caracterizava a sociedade escravista do Brasil colonial. No engenho, havia a senzala, que era a construção rústica destinada ao abrigo dos escravos; e havia a casa grande, que era a construção luxuosa na qual habitavam o senhor, que era o proprietário do engenho e dos escravos; juntamente com seus familiares e parentes. Consta que por volta de 1560, o Brasil já possuía cerca de 60 engenhos que estavam em pleno funcionamento, produzindo o açúcar que abastecia o mercado mundial.

- Sociedade rural, patriarcal, escravista, aristocratizada, bipolar (senhor x escravos), pequena classe intermediária de homens livres

Dicas de estudos


1 . Quatro dicas fundamentais para melhorar os estudos:

 

- Organize seu tempo para estudo, no mínimo, 2 horas diárias, fazendo isso você não irá precisar, necessariamente, estudar nos fins de semana;

- Durma bem, é importante repousar no mínimo 8 horas diárias, uma mente cansada dificilmente conseguirá assimilar bem a matéria estudada;

- Escolha um local agradável para seus estudos, lugares com muito barulho não são recomendáveis, pois você não conseguirá concentrar-se bem no que está fazendo;

- Tenha uma vida saudável, pratique exercícios, alimente-se bem, aproveite as férias e feriados para descansar a mente e voltar ao pique dos estudos no retorno dos estudos.

 

2 . Como estudar?

Aprender não é apenas ter noções básicas sobre determinados assuntos e só, mas é reter o que foi lido, reproduzir e reconhecer uma série de experiências e pensamentos, fazendo necessária a educação da memória.

            Muitas vezes passamos horas estudando um determinado assunto e em poucos minutos mal lembramos do que estudamos, saber educar a memória torna-se então algo indispensável, pois no jogo entre memória e esquecimento, as horas de estudo e de descanso também estão atuando em jogo.

            Algumas práticas podem facilitar no aprendizado e fixar na memória os conteúdos estudados e aprendidos, basta seguir uma série de operações sucessivas e gradativas no tempo.

Repetir o conteúdo aprendido é importante, mas não somente repetir continuamente o que é aprendido como um papagaio.

            Algumas indicações sugerem:

- ler mentalmente e compreender o assunto;

- reler em voz alta;

- concentrar a atenção nos aspectos específicos e nos mais importantes;

- repetir em voz alta ou escrever os conhecimentos adquiridos;

- fazer esquemas que incluem, a seqüência das noções principais e dos detalhes referentes a cada um deles;

- ter uma boa noite de descanso, uma mente cansada pouco aprende e retém conteúdo com dificuldades.

 

3 . Como fazer resumos?

            A grande preocupação de todos estudantes é com a qualidade do seu estudo e qual a melhor forma de armazenar as informações das várias disciplinas estudadas.

Todo o aprendizado – raciocínio, memória depende do cérebro, um órgão do corpo humano que pesa mais ou menos 1,3 quilo e é formado por 100 bilhões de neurônios que possuem a capacidade de se multiplicar mais de 250 mil vezes por minuto nos dois primeiros meses de gestão e cujos prolongamentos parecem uns emaranhados de fios.

            Saber resumir um texto para um estudo posterior facilita na aprendizagem, pois melhora a sua capacidade de se expressar oralmente e através da escrita.

            Fazer resumos não se detém copiar pequenos trechos de livros e da Internet que você considere importante e sim expressar com suas palavras as idéias propostas nos textos lidos.

            Algumas vantagens em produzir um resumo:

- ajuda na organização da matéria estudada;

- permite uma melhor assimilação da matéria, conseqüentemente uma melhor memorização;

- é uma forma de selecionar quais informações são realmente importantes;

- facilita na reorganização dos seus conhecimentos;

- expressar as principais idéias do texto.

 

Um resumo deve ser feito de forma clara e de fácil entendimento, pois mesmo com o passar do tempo você poderá ler o resumo e entendê-lo.

 

4 . Como melhorar seus estudos?

            O Estudo nunca foi tão atrativo na vida da maioria das pessoas, estudar pode ser muito chato e para algumas pessoas perca de tempo, como uma pessoa pode tirar 2 horas estudando se já passa 5 ou 6 horas na escola?

            Este tipo de pensamento é algo muito errado e está presente constantemente em nossas vidas, estudar pode ser mais fácil do que nós imaginamos isso tudo basta reeducar os hábitos.

            Estudar exige força de vontade, paciência, disciplina e domínio de técnicas para que o aprendizado seja feito com eficiência máxima e às vezes dedicando pouco tempo.

            A maioria dos estudantes deixa os estudos tudo para a véspera das provas, apresentações de trabalhos e etc... Uma boa dica é não deixar isso acontecer mais, dedicar duas horas por dia pode ser mais útil do que imaginamos:

            1º Vai retirar aquele Stress que sentimos na véspera da prova, porque são muitos conteúdos e não sabemos por onde começar.

2º Você terá um aproveitamento muito superior do que você tem, já que a cada dia você estará revisando a matéria estudada, assim você terá uma tendência maior a aprender as matérias já em sala de aula (podendo dedicar um pouco menos ao estudo na sala de aula) e diminuindo o ritmo na véspera da prova.

3º Você vai aprender com mais facilidade as matérias ensinadas, compreendendo melhor e memorizando melhor todo conteúdo.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

COMO FAZER UM INFOGRAFICO FISICO E VIRTUAL


COMO FAZER UM INFOGRAFICO FISICO E VIRTUAL: O infográfico e’ uma representação visual de conceitos, processos e informações, combinando esquemas, textos, mapas, desenhos e outros tipos de linguagem. A infografia e’ uma ferramenta da comunicação visual que torna a leitura mais dinâmica e atraente. Segue as etapas para elaboração de um infográfico físico e virtual: 1. Pesquisar informações e imagens sobre o tema. 2. Planejar quais conteúdos irão compor o infográfico, selecionando imagens que os representam. 3. Escrever pequenas legendas explicativas sobre as imagens selecionadas, em letra visível, e imprimi-las, no caso do físico, salvar pesquisas, as imagens e as legendas em pen-drive. 4. Montar o infográfico em papel pardo, de forma que as imagens e os textos componham uma representação clara e organizada sobre o tema. No caso do infográfico virtual,  entrega-lo no formato docx (microsoft word) em um pen-drive  e/ou envia-lo por e-mail.  

QUESTÕES SEGUNDO REINADO NO BRASIL com gabarito


TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO

1 . (Puccamp)                                       Quinze de novembro

Deodoro todo nos trinques

Bate na porta de Dão Pedro Segundo.

" - Seu imperador, dê o fora

que nós queremos tomar conta desta bugiganga.

Mande vir os músicos."

O imperador bocejando responde:

"Pois não meus filhos não se vexem

me deixem calçar as chinelas

podem entrar à vontade:

só peço que não me bulam nas obras completas  de Victor Hugo".          (Murilo Mendes. "História do Brasil. Poemas." Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 169)

 

                         Considere os itens a seguir.

 

I. A guerra mostrou as contradições do Império brasileiro: a escravidão começou a ser questionada com grande intensidade.

II. Com a guerra, o Exército brasileiro, ao se fortalecer, tomou consciência de seu poder, recusando as lideranças civis que ocupavam as pastas militares.

III. A guerra abalou os fundamentos do Império. O declínio da monarquia foi concomitante à guerra e as críticas atingiram seu ponto vital, a escravidão.

IV. A guerra contribuiu para o declínio do tradicional modelo econômico agroexportador e como conseqüência para o isolamento da monarquia.

V. Após a guerra a monarquia conheceu uma relativa instabilidade política provocada pela luta partidária entre liberais e conservadores.

 

                        O fenômeno descrito no poema pode-se associar a Guerra do Paraguai. Sobre o assunto é correto SOMENTE o que está afirmado em

a) I, II e III.

b) I, III e V.

c) I, IV e V.

d) II, III e IV.

e) II, IV e V.

 

2. (Fatec) Em 4 de setembro de 1850, foi sancionada no Brasil a Lei Eusébio de Queirós (ministro da Justiça), que abolia o tráfico negreiro em nosso país. Em decorrência dessa lei, o governo imperial brasileiro aprovou outra, "a Lei de Terras".

Dentre as alternativas a seguir, assinale a correta.

a) A Lei de Terras facilitava a ocupação de propriedades pelos imigrantes que passaram a chegar ao Brasil.

b) A Lei de Terras dificultou a posse das terras pelos imigrantes, mas facilitou aos negros libertos o acesso a elas.

c) O governo imperial, temendo o controle das terras pelo coronéis, inspirou-se no "Act Homesteade" americano, para realizar uma distribuição de terras aos camponeses mais pobres.

d) A Lei de Terras visava a aumentar o valor das terras e obrigar os imigrantes a vender sua força de trabalho para os cafeicultores.

e) O objetivo do governo imperial, com esta lei, era proteger e regularizar a situação das dezenas de quilombos que existiam no Brasil.

 

3. (Fatec) O problema que nós queremos resolver é o de fazer desse composto de senhor e escravo um cidadão.

                        (Joaquim Nabuco, 1883.)

 

Essa frase expressa o anseio

a) por uma divisão racial clara e que deveria ser mantida.

b) por uma reforma agrária imediata.

c) pela liberdade dos indígenas, até então escravizados.

d) por uma sociedade livre e que integrasse os escravos como seus cidadãos.

e) pela liberdade dos escravos e sua deportação para a África.

 

4. (Fgv) "Não se pode esquecer os laços estreitos que ligavam a economia agroexportadora brasileira à Inglaterra. Os ingleses, nas décadas de 1840-50, praticamente dominavam o comércio de importação-exportação do país; nos anos de 1840, firmas britânicas controlavam 50% das exportações brasileiras de café e açúcar e 60% das de algodão. Da mesma maneira, os bancos ingleses, através de empréstimos externos ao Estado, se faziam presentes na economia nacional. A este tipo de presença econômica, agrega-se que as pressões inglesas (...) assumiam a forma militar, com o aprisionamento de navios brasileiros."                         (João L. Fragoso e Francisco C. T. da Silva, "A Política no Império e no início da República Velha." In Maria Yedda Linhares (org.), "História Geral do Brasil")

                        Além dessa presença econômica, o país citado exerceu pressões para que o governo brasileiro

a) aprovasse a Tarifa Alves Branco.

b) abolisse o tráfico negreiro.

c) impulsionasse a "Era Mauá".

d) rompesse relações com o Paraguai.

e) aceitasse o "Funding Loan".

 

5. (G1) A Revolta do Quebra-quilos (1874-1875), no Segundo Reinado, teve como principais fatores:

a) a crise do café associada com o fim do trabalho escravo.

b) o estabelecimento de um novo sistema de pesos e medidas, principalmente a insatisfação dos sertanejos contra o governo imperial, com seus impostos e multas, além das imposições arbitrárias.

c) o direito exclusivo dos mineradores paulistas de poderem explorar as jazidas das Minas Gerais, além da liberdade de indústrias.

d) a renovação, por parte de D. Pedro II, dos tratados de 1810 que davam à Inglaterra uma série de regalias alfandegárias no Brasil.

e) as divergências entre liberais e cabanos (conservadores) que disputavam o controle da província do Maranhão.

 

6. (G1) Foi um dos fatores que levaram o Brasil à queda da monarquia e à instauração do regime republicano

a) o radicalismo da jovem oficialidade militar, que propunha uma ampla revolução social.

b) a participação do setor industrial no movimento republicano, reivindicando uma política pública de austeridade financeira.

c) o descontentamento dos proprietários de terra com a libertação dos escravos sem indenização.

d) a necessidade , por parte dos fazendeiros do café, de obterem a autonomia dos estados através da implantação do federalismo.

 

7. (Mackenzie) Para os conselheiros do Império, o Brasil era como um sistema heliocêntrico, dominado pelo sol do Estado, em torno do qual giravam os grandes planetas do que chamavam, "as classes conservadoras" e, muito longe, a miríade de estrelas da grande massa do povo.         José Murilo de Carvalho

 

                        Através do texto, compreendemos que a proposta política do Segundo Reinado privilegiava:

a) as massas populares, base de sustentação política do império.

b) as elites dominantes, que tinham no Império a garantia de seus interesses.

c) apenas os segmentos de classe média que emergiam economicamente após a imigração.

d) os fazendeiros do Vale do Paraíba e senhores de engenho nordestinos, que jamais tiveram interesses contrariados pelo imperador.

e) os escravos, base econômica do período, libertados pelo Império.

 

8. (Puc-rio) Sobretudo compreendam os críticos a missão dos poetas, escritores e artistas, nesse período especial e ambíguo da formação de uma nacionalidade. São estes os operários incumbidos de polir o talhe e as feições da individualidade que se vai esboçando no viver do povo. (...) E de quanta valia não é o modesto serviço de desbastar o idioma novo das impurezas que lhe ficaram na refusão do idioma velho com outras línguas? Ele prepara a matéria, bronze ou mármore, para os grandes escultores da palavra que erigem os monumentos literários da pátria.         (José de Alencar. "Benção paterna". In Sonhos D'Ouro. Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1960, v. 1, pp. 699-700)

                        O texto de José de Alencar, redigido em 1872, destaca um dos aspectos da formação da nacionalidade brasileira em meados do século XIX.

Com base em seus conhecimentos e nas informações contidas no texto, analise as afirmativas a seguir.

I - José de Alencar foi, entre os escritores associados ao Romantismo, um dos que por meio de sua obra buscaram construir e divulgar valores de uma identidade nacional brasileira, em meados do século XIX.

II - A formação da nacionalidade brasileira impunha a existência de um "idioma novo", diferente do "idioma velho" - a língua dos antigos colonizadores portugueses.

III - Para os escritores românticos, como José de Alencar, a pintura, o teatro e a música eram artes menores, que pouco ou nada contribuíam para a formação da nacionalidade brasileira.

IV - Romances como "O Guarani" de José de Alencar tinham o índio e a natureza tropical como temas, no intuito de afirmar a originalidade e a individualidade da nova nação americana.

 

Assinale a alternativa correta.

a) Somente as afirmativas I e III estão corretas.

b) Somente as afirmativas II e III estão corretas.

c) Somente as afirmativas I, II e IV estão corretas.

d) Somente a afirmativa IV está correta.

e) Todas as afirmativas estão corretas.

 

9. (Pucmg) São mudanças significativas que ocorreram no Império Brasileiro a partir dos meados do século XIX, EXCETO:

a) incentivo à imigração européia, com a supressão do trabalho escravo, através do sistema de parceria introduzido na lavoura cafeeira do Vale do Paraíba pelo Senador Vergueiro.

b) surto de desenvolvimento industrial sob o patrocínio do Barão de Mauá, garantindo a liberação de capitais ingleses, após a extinção do tráfico negreiro.

c) impulso às atividades urbanas em curso no país, propiciado pela decretação da tarifa protecionista Alves Branco, possibilitando o aumento das rendas governamentais.

d) disponibilidade de capitais, antes empregados no tráfico de escravos africanos que, após o decreto da lei Eusébio de Queirós, foram canalizados para a modernização do país.

 

10. (Pucpr) "O espelho da historiografia reflete imagens côncavas e convexas. A imagem real em frente do espelho, porém, parece revelar uma nação rude, dividida, de espírito escravista e anti-legalista, que relutou ao máximo antes de alterar sua ordem econômica e social baseada na exploração do trabalho escravo. Uma nação que, às 3h15 de uma tarde ensolarada de domingo, 13 de maio de 1888, não apenas não se livraria de seu passado conturbado como, ainda hoje, parece incapaz de lidar com ele."           (Bueno, Eduardo. "Brasil: uma História".1. edi., São Paulo, Ática, 2005, p. 218.)

                        Sobre a abolição da escravidão:

I - Para historiadores com tendências monarquistas, a princesa Isabel foi a heroína que teve a coragem de abolir a escravidão, o que lhe causou a perda do trono.

II - A radical e intensa pressão da Igreja durante quase todo o segundo reinado, foi uma das mais importantes forças a favor da libertação dos escravos.

III - A Lei Rio Branco, também conhecida como "Lei dos Sexagenários", que libertava escravos maiores de 60 anos, na verdade beneficiava os proprietários, permitindo que se livrassem de escravos com idade avançada.

IV - Por meio do Fundo de Emancipação, foram pagas indenizações apenas aos cafeicultores, após uma manobra política bem executada por deputados que representavam os proprietários de terras do oeste paulista.

                        É correta ou são corretas:

a) apenas I.

b) I e III.

c) I e IV.

d) apenas III.

e) III e IV.

 

11. (Pucrs) Dos fatores abaixo, aquele que teve forte influência na queda do Império brasileiro foi a

a) invasão francesa no Rio de Janeiro, com a fundação da França Antártica, o que desestabilizou o governo de Dom Pedro II.

b) concorrência do açúcar antilhano, o que abalou a base econômica nacional, levando a uma crise econômica generalizada no país.

c) crise do escravismo, o qual se constituía na base produtiva do Império, levando a uma crise econômica e à perda do apoio político dos cafeicultores.

d) Revolução Farroupilha, que levou à fragmentação política do país e a uma conseqüente crise econômica, o que desestabilizou completamente o regime monárquico.

e) Guerra do Paraguai, visto que, com o acordo celebrado com a Tríplice Aliança, o governo monárquico perdeu o apoio político dos cafeicultores e de setores descontentes do Exército.

 

12. (Pucsp) O Segundo Império brasileiro (1840-1889) realizou várias expedições na região do Prata. Entre os motivos dessas ações podemos destacar

a) o esforço brasileiro de diminuir a influência inglesa na região e assegurar o controle estratégico do comércio e da exploração mineral no Prata.

b) a tentativa de impedir que a Argentina, logo após a independência, ampliasse seus domínios territoriais e anexasse parte do sul do Brasil.

c) o projeto do Imperador brasileiro de estabelecer hegemonia militar e naval do Brasil nas Américas, rivalizando com os Estados Unidos.

d) a reação ao acelerado crescimento econômico do Paraguai e à tentativa de seu presidente de construir o primeiro Estado socialista de toda a América.

e) a intenção brasileira de ampliar sua influência política e comercial na região platina, expressa nas intervenções no Uruguai, na Argentina e no Paraguai.

 

13. (Ufg) Durante o 2Ž Reinado, as relações entre o Brasil e a Inglaterra ficaram tensas. Nesse clima, a Questão Christie (1863) foi deflagrada pela

a) resistência das elites escravistas brasileiras em extinguir o tráfico de africanos, gerando descontentamento entre os diplomatas ingleses.

b) decisão do governo brasileiro de não renovar o tratado de comércio com a Inglaterra, favorecendo a situação financeira do governo imperial.

c) aprovação da lei Bill Aberdeen pelo Parlamento inglês, proibindo o tráfico de escravos no Atlântico, sob pena da apreensão de navios negreiros.

d) pilhagem da carga de um navio inglês naufragado no Brasil e pelo aprisionamento, pela Inglaterra, de navios brasileiros no Rio de Janeiro.

e) instabilidade nas relações comerciais do Brasil com a Inglaterra, decorrente da entrada de produtos industrializados, principalmente dos Estados Unidos.

 

14 (Ufjf) Leia, com atenção, o texto: "A Princeza Imperial Regente, em nome de sua Majestade o Imperador Senhor D. Pedro II, Faz saber a todos os súditos do Império que a Assembléia Geral decretou e Ella sanccionou a Lei seguinte: Art.1¡. É declarada extincta desde a data desta Lei, a escravidão no Brazil. Art.2¡. Revogam-se as disposições em contrário."                    13 de maio de 1888

                        O importante fato revelado por esse documento histórico representa o fim de um longo processo, do qual participaram vários atores sociais. Sobre esse processo, assinale a alternativa INCORRETA:

a) Com o fim do tráfico internacional de cativos, a reposição da mão-de-obra escrava no Brasil passou a depender da reprodução natural.

b) A Lei do Ventre Livre estabelecia que todas as crianças, filhas de mães escravas, nasceriam livres. Mas assegurava que os senhores podiam dispor de sua mão-de-obra até a idade de 21 anos.

c) A abolição do trabalho escravo foi resultado de um processo gradual, perceptível pelos decretos anteriores de fim do tráfico e leis do Ventre Livre e Sexagenários.

d) O movimento abolicionista foi liderado por todos os fazendeiros do sudeste cafeeiro, interessados na rápida substituição da mão-de-obra escrava pelo trabalhador livre.

e) A pressão antiescravista dos abolicionistas, associada às fugas e revoltas de escravos, pressionou a abolição da escravatura.

 

15. (Ufpi) Assinale a alternativa correta sobre a economia cafeeira durante o Império.

a) A abolição da escravidão inviabilizou a expansão do plantio, por falta de mão-de-obra especializada.

b) A decadência da economia cafeeira no Vale do Paraíba coincidiu com a franca expansão do plantio no chamado Oeste Paulista.

c) O escoamento do produto foi facilitado pela ampla construção de estradas, que permitia aos caminhões o transporte até os portos.

d) O fim do império teve como conseqüência imediata a desestruturação e decadência da economia cafeeira e a substituição por uma política industrialista.

e) A política imperial preocupou-se essencialmente em favorecer os interesses dos produtores de açúcar do Nordeste, ignorando as necessidades dos produtores de café.

 

16. (Ufpi) Assinale a alternativa correta sobre as ideologias políticas que inspiraram os grupos que defenderam o fim da monarquia e a implantação da república no Brasil.

a) O Positivismo atraiu fortemente vários grupos militares, que defendiam a necessidade de um poder executivo forte.

b) Os vários grupos envolvidos não aderiram a nenhuma ideologia em particular, pois suas ações eram motivadas apenas por interesses econômicos.

c) Os grandes fazendeiros de café, particularmente os de São Paulo, opunham-se à ideologia liberal, bem como ao federalismo e à autonomia das províncias.

d) O chamado jacobinismo, em virtude da inspiração na Revolução Francesa, foi a ideologia básica de todos os grupos republicanos, que defendiam uma real democratização do país.

e) A proposta dos setores médios urbanos, como o de professores e jornalistas, era a de um republicanismo conservador, capaz de manter intocada a rígida hierarquia social brasileira.

 

17. (Ufrn) Durante o século XIX, no Brasil, desenvolveu-se uma campanha em favor da abolição da escravidão negra. A culminância dessa campanha deu-se com a Lei Áurea, em 1888. Ao ser extinta a escravidão, os libertos

a) permaneceram nas mesmas condições de vida, dada a inexistência de uma política governamental que os integrasse à sociedade.

b) iniciaram negócios próprios, inserindo-se no mercado capitalista, graças a subsídios do governo.

c) ocuparam postos no mercado de trabalho capitalista, em razão da política governamental de educação formal.

d) foram alvo de atitudes segregacionistas da sociedade branca, dificultando-lhes a ascensão social em razão das disposições previstas nas leis abolicionistas.

 

18. (Ufsm) O processo do desenvolvimento capitalista no Brasil, no século XIX, foi acelerado pelos seguintes fatores, EXCETO

a) a ampla disponibilidade de terras férteis e a ausência de obstáculos políticos e jurídicos para ocupá-las.

b) a edição da Lei de Terras de 1850, que intensificou a mercantilização das terras, encarecendo-as.

c) a abolição do tráfico negreiro, em 1850, que liberou capitais para investimentos em outros setores dinâmicos de economia.

d) o afluxo de crescentes contingentes de imigrantes europeus para as regiões em expansão.

e) a gradativa abolição do trabalho escravo e a ênfase crescente no trabalho assalariado.

 

19. (Ufu) Leia o seguinte trecho:                  "Dos próprios escravos não obteve Helena desde logo a simpatia e boa vontade; esses pautavam os sentimentos pelos de D. Úrsula. Servos de uma família, viam com desafeto e ciúme a parenta nova, ali trazida por um ato de generosidade. (...) Um só de tantos pareceu vê-la desde princípio com olhos amigos; era um rapaz de dezesseis anos, chamado Vicente, cria da casa e particularmente estimado do conselheiro. Talvez esta última circunstância o ligou desde logo à filha do seu senhor. (...) Vicente foi (...) um fiel servidor de Helena, seu advogado convicto nos julgamentos da senzala."   ASSIS, Machado de. "Helena", São Paulo: FTD, 1992. p. 30-31.

                        Considerando que o texto acima foi escrito por Machado de Assis em 1876, podemos afirmar que ele

I - em virtude de seu caráter ficcional, atribui aos escravos sentimentos historicamente inverossímeis de solidariedade com seus senhores, o que só é possível imaginar em um texto literário.

II - chama a atenção para uma das facetas da sociedade escravista brasileira do século XIX: a crença da elite senhorial na solidariedade entre os senhores e seus escravos mais "fiéis".

III - demonstra que Machado de Assis era insensível ao tema da escravidão, tratando-a de forma superficial, sem qualquer compromisso de representar as formas de agir e pensar do escravo.

IV- apesar de ficcional, ajuda a entender a sociedade escravista brasileira do século XIX, representando sentimentos envolvidos nas relações entre escravos e senhores.

                        Assinale a alternativa correta.

a) Apenas II e III estão corretas.

b) Apenas I e III estão corretas.

c) Apenas I e IV estão corretas.

d) Apenas II e IV estão corretas.

 

20. (Mackenzie) O movimento resultou da conjugação de três forças: uma parcela do exército, fazendeiros do oeste paulista e representantes das classes médias urbanas.                                                                                                                               (Emilia Viotti)

                        Momentaneamente unidas, segundo a autora, conservaram profundas divergências na organização do novo regime. Identifique o fato histórico mencionado pelo texto.

a) Abdicação do imperador Pedro I.

b) Proclamação da República.

c) Ato Adicional de 1834.

d) Organização do Gabinete de Conciliação.

e) Introdução do Parlamentarismo como sistema político.

 

 

 

GABARITO

 

1. [A]

 

2. [D]

 

3. [D]

 

4. [B]

 

5. [B]

 

6. [D]

 

7. [B]

 

8. [C]

 

9. [A]

 

10. [A]

 

11. [C]

 

12. [E]

 

13. [D]

 

14. [D]

 

15. [B]

 

16. [A]

 

17. [A]

 

18. [A]

 

19. [D]

 

20. [B]